Biblioteca de Imagens

Na coluna Prototipando, em geral, eu tenho falado exclusivamente da parte física do protótipo. Inclusive, é a coluna que tenho feito os poucos vídeos daqui do blog. Dessa vez, quero dar um passo para trás. Muitas pessoas ainda estão na parte conceitual do seu protótipos e preparando-o ainda para impressão. Obviamente, não devemos perder tempo com arte. Entretanto, isso não significa que o jogo deve ser todo feito de texto. Hoje, farei uma lista com vários sites com recursos importantes para a elaboração de um protótipo no computador.

Lição #38: Aleatoriedade é sua amiga

Já faz um tempo que existem alguns jogadores alérgicos à aleatoriedade, especialmente com relação aos dados (aqueles que jogamos, não a informação bruta). Alguns jogadores alegam que estragam um jogo, que perde o propósito ou até mesmo que acrescentam um fator sorte que não é bem vindo. Entretanto, o dado ou saque de cartas existem por alguma razão e tem suas funções. E, por incrível que pareça, é possível sim criar jogos estratégicos com o uso de dados. Inclusive, é possível criar jogos no qual a aleatoriedade presente não influencie no resultado da partida em termos de “sorte” ou “azar”. Duvida? Vamos lá…

Grupo de Playtest da Dijon Jogos

Com minha mudança, estou tendo muita dificuldade com Playtest e isso termina minando a empolgação e destruindo qualquer rotina de desenvolvimento. Então, resolvi encontrar um convidado para escrever um material não só para vocês, mas para mim também! Hoje, Diego de Moraes abre as cortinas de como funciona os seus grupos de Playtests. Diego é o coronel da Editora Dijon Jogos e também Game Designer, essa combinação rendeu o lançamento do jogo Os Incríveis Parques de Miss Liz. Provavelmente a postagem de hoje servirá de inspiração para alguns ou simplesmente desperte o interesse de outros, mas é de fato um projeto invejável e que poderia ser aplicado por mais pessoas. Vai que é tua, Diego.

Participo ou não dos testes?

Mais uma pergunta na coluna Testando Jogando, terceira do bolo (veja a segunda aqui). Não sei se acontece ou aconteceu com vocês, mas depois de um tempo criando jogos eu comecei a me indagar sobre minha presença nas mesas de Playtest. Até hoje é um assunto que estou aberto à discussão, mas tenho uma determinada posição que irei expor como resposta para o questionamento de hoje. Na verdade, já vou deixar a resposta agora: depende.

Lição #37: Pense no daltonismo

Daltonismo afeta quase 5% da população mundial. Partindo deste princípio, um a cada vinte jogadores podem ser daltônicos. Isso é uma grande parcela do publico. Eu sou daltônico e percebo que muitas vezes esse fator é ignorado na criação dos seus jogos. Entendo que esse puxão de orelha não é único e exclusivamente para os Game Designers, mas também para as Editoras. Então, a Lição vale para ambos. Hoje, vou falar das maiores dificuldades que eu tenho com cores e como contorná-las em seus jogos.

Componentes #6: Caixas

Esse vídeo foi prometido tem mais de seis meses, na última postagem desta coluna. Pois bem, demorou mas chegou. Hoje, vamos aprender como fazer umas caixas personalizadas para guardar seus protótipos. Nada muito sofisticado, mas faz o trabalho bem e dá um certo capricho ver um protótipo em uma caixa “crua” em vez de uma caixa de outro jogo.

Resposta #2: Aspirante a Game Designer (Parte 3)

Achou que a resposta tinha terminado na Parte 2? Achou errado, ot…coleguinha. Tendo em vista minha falta de conhecimento teórico sobre Game Design, resolvi convidar uma pessoa com formação na área para nos ajudar um pouco e também mostrar o outro lado da moeda. Eis, aqui nossa segunda convidada: Samanta Geraldini. Samanta é formada em Jogos Digitais mas trabalha diretamente com design de jogos de tabuleiro na Potato Cat, tendo publicado já dois jogos de sua autoria (Cartas a Vapor e Café Express) e com mais um já anunciado (New Eden Project). Então, temos alguém mais do que gabaritada para ajudá-lo na sua aspiração ao Game Design. Bem-vindo à semana especial com duas postagens do PinheiroGeraldini Responde.

Lição #36: Escreva sobre Game Design

Hoje a lição não é bem um erro que aprendi, mas um acerto. Já tem um bom tempo que escrevo sobre o hobby. Comecei em 2013 publicando resenhas no Facebook da Taverna, que eventualmente foram parar no blog da Taverna. Já faz um bom tempo que o blog da Taverna não é mais atualizado, mas ainda está funcionando. Acontece que hoje em dia, além de escrever para o meu blog, escrevo para a revista Vempramesa. Então, dá para perceber que eu gosto de escrever. Lógico que nem todo mundo gosta de escrever, mas tentarei lhe convencer a fazê-lo.

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