Resposta #5: Um conselho

Cá estava eu, plena terça-feira sem saber o que postar na sexta-feira. Isso tem se tornado cada vez mais comum, pois já tem um bom tempo não crio novos jogos, nem desenvolvo os antigos. Os motivos são os mais variados, mas criar jogos é o que me fazia ter conteúdo sobre Game Design. Pretendo retornar em breve, na verdade tenho vários projetos no mundo das ideias, só me falta coragem e motivação para iniciar o próximo (ou próximos) projetos. Pois bem, quando isso acontece (ficar sem saber o que postar) eu costumo ler conteúdo de outros blogs em busca de inspiração e achei um interessante.

Lição #43: Cause uma boa primeira impressão

Depois de tanto investir em conhecer jogos novos e escrever sobre os jogos que conheço, eu tenho percebido o quão primeiras impressões são importantes. Na realidade, isso acontece com muita coisa na vida, mas não estamos aqui para filosofar. Estamos aqui para falar de Game Design. E vim tentar expor a importância da primeira impressão e como aumentar suas chances de melhorá-la com seus jogos.

Lição #42: Multiplayer Solitaire não é xingamento

Em algumas das primeiras impressões que elaboro para o Desafio 100N eu comento sobre um jogo ser multiplayer solitaire. Muitas vezes pode soar como uma crítica ao jogo ou até um xingamento mesmo. Em alguns casos é sim. Entretanto, não é todo caso. Um jogo multiplayer solitaire não é necessariamente um jogo falho, ele pode ter sido simplesmente criado para ser assim e aqui irei comentar um pouco sobre isso e porque você não deve atolar interação em todo jogo.

Lição #41: Vencer deve ser divertido e fazer sentido

Hoje a Lição é dupla. Pensei em segmentar, mas não vamos ser pirangueiros. Na realidade, pensei nas duas em momentos distintos, mas ao iniciar esse texto achei que seria mais interessante juntá-las. Mais um vez, fui inspirado por jogos já publicados e que não são de minha autoria. Como já disse, não é meu estilo predileto, mas precisamos alimentar as crianças, né? Digo, alimentar o blog. No final das contas, resultando em algo que transmita conhecimento e poupe alguns perrengues, acho que vale a pena escrever, independente da origem. Então, vamos falar sobre vitória?

Lição #40: Take That moderno

Eu sempre evito escrever Lições sobre jogos que não sejam os meus, pois prefiro falar de minhas experiências e colocar os meus jogos na linha de fogo. Entretanto, depois de quase 5 meses sem uma Lição, eu resolvi que não dá para manter a coluna Aprendendo Errando apenas com Lições aprendidas com meus jogos. Afinal, quanto mais jogos eu crio, mais experiente eu fico e menos erros eu cometo. Claro que não é só isso o motivo, continuo errando demais, mas estou sem criar jogos tem um bom tempo. Essa é a principal razão da dificuldade em escrever novas Lições. Então, hoje a inspiração veio de um jogo que joguei e até mesmo em vários outros jogos também.

Lição #39: Prefira jogos rápidos em eventos

Essa Lição pode ser um pouco de nicho, mas é algo que aprendi após participar de vários eventos de Playtest. Eu digo de nicho, pois a Lição de hoje é especial para você, colega Game Designer, que possui vários jogos em diversos estágios de desenvolvimento. Talvez a Lição também seja um pouco polarizadora também, pois acredito que irá haver discordâncias fortes. Entretanto, uma coisa é fato: eu senti na pele a diferença. Tanto em termos de satisfação pessoal, como em termos de coleta de Feedback e também em termos de saúde mental. Pois bem, hoje eu quero falar sobre Playtest em eventos sob a ótica dos jogos rápidos e longos.

Resposta #4: Livros sobre Game Design

Já devo ter comentado em vários momentos durante os textos aqui do blog, que meu funcionamento como Game Designer é completamente prático. Eu, simplesmente, não leio nenhum material “consagrado” sobre o assunto. Isto é, nada de livros, artigos científicos ou coisas similares. Entretanto, isso não significa que não estudo o assunto. Mas estudo ele pelas vias mais informais: escuto podcasts, leio blogs, jogo bastante e analiso bastante. Então, minha abordagem como Game Designer é bastante empírica. Sendo assim, pode soar estranho eu recomendar livros sobre Game Design, mas é justamente aqui o plot twist!

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