Lição #17: Tema ou mecânica?

Uma pergunta bastante comum de game designers iniciantes é sobre o processo criativo de outros game designers. Normalmente, isso é feito com a pergunta: “você começa seus jogos pelo tema ou mecânica?”. E já vi muitos game designers falando que depende do jogo, às vezes a inspiração vem com o tema e depois ganha forma ou começa com uma mecânica e só depois pensa em um tema que funcione bem. Mas eu iria além e vamos começar hoje com o pé na porta: não importa, simplesmente comece.

Lição #16: Pense no banho e anote suas ideias

A lição de hoje pode parecer esquisita, mas acredito ser uma dica bastante útil. Provavelmente vocês já fazem isso, mas como ninguém nunca me falou, resolvi colocar aqui. Vai ver sou só eu, né? Lembre-se que isso tudo são experiências pessoais, que não sei se faz parte da vivência de cada um, então quando digo “você”, na verdade eu me refiro a mim (ou não). Então, começando…

Playtest com Desconhecidos

Chegamos a mais uma etapa de testes. Depois de forever alone e best friends forever, agora é o momento de enfrentar o desconhecido. Sinceramente, eu não tenho muita experiência nessa etapa de Playtests. Meus testes são quase todos realizados na Taverna, grupo de jogo aqui de Recife que frequento desde 2011. Então, é bem raro eu conseguir uma mesa para testar meu jogo com pessoas que não conheço. Em todo caso, farei meu melhor para apresentar um conteúdo relevante.

Lição #14: Não existe jogo fácil de criar

Na época que comecei a trabalhar com Mataru Okara eu ainda estava trabalhando com C3X. A minha ideia ao criar Mataru Okara era criar algo mais simples, rápido e fácil de terminar, pois C3X estava muito complicado de chegar nesse ponto. Então, Mataru Okara parecia aquele projeto de no máximo 6 meses, que iria repor todo o gás e ritmo que eu estava penando com C3X. Ah, como a gente se engana…

Lição #13: Desapegue

Chegou o momento de fortes emoções. Você tem seu projeto amado, nutrido e com bastante tempo investido, mas ele não é viável. Como deixá-lo de lado? Como abandonar sua criação ao relento? Para sua sorte, você já está criando vários jogos (vide Lição #12). Então, essa lição será fichinha.

Playtest com Amigos

Depois de tirar os maiores problemas do seu jogo no Playtest Solo, chegou o momento de apresentar seu jogo aos amiguinhos. Ou não… Afinal, se existe uma etapa que muitos chamam de opcional, seria essa. Eu nunca pulei, mas já vi muitos recomendando ignorar a opinião dos amigos, pois nunca receberá um feedback honesto. Eu discordo, em partes. Vamos lá.

Playtest Solo

Aqui está a primeira postagem da coluna Testando Jogando. Chegamos ao primeiro estágio de Playtest. Você já passou por algumas etapas para chegar aqui. Você já teve sua ideia de jogo, você já elaborou as mecânicas de jogo, você já até preparou o protótipo do seu jogo. Agora chegou a hora da verdade: botar seu jogo na mesa. Mas não se preocupe tanto, nesse estágio você não vai passar vergonha, ao menos não na frente de ninguém.

Lição #11: Tenha um escopo

Não sei com vocês, mas comigo é muito comum (ou era, espero ter aprendido) eu ter um conceito de um jogo e começar a anotar as ideias. As ideias vão crescendo e você vai pensando em várias mecânicas interessantes, sistemas interagindo entre si, um tema legal bem implementado. Até esse momento você deve estar pensando: “Esse Roberto quer me enrolar, já falou para eu simplificar o jogo e agora vai repetir a mesma Lição? Blog tem nem 2 meses de vida e já ta reciclando material?”. Calma jovem, a Lição de hoje é mais importante do que a Lição #8. Aguarde e confie…

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