Hoje a lição não é bem um erro que aprendi, mas um acerto. Já tem um bom tempo que escrevo sobre o hobby. Comecei em 2013 publicando resenhas no Facebook da Taverna, que eventualmente foram parar no blog da Taverna. Já faz um bom tempo que o blog da Taverna não é mais atualizado, mas ainda está funcionando. Acontece que hoje em dia, além de escrever para o meu blog, escrevo para a revista Vempramesa. Então, dá para perceber que eu gosto de escrever. Lógico que nem todo mundo gosta de escrever, mas tentarei lhe convencer a fazê-lo.
Lição #35: Texto ou iconografia?
O título original dessa Lição era: “texto é melhor que iconografia”, mas todos sabemos que isso não é verdade. Seria só um título impactante que seria explicado nos detalhes da postagem. Sendo assim, optei por um título mais próximo a realidade, pois a questão não é se texto é melhor que iconografia. A questão é, quando devo usar cada um deles?
Lição #34: Não frustre seu jogador
Qual a essência dos jogos de tabuleiro? Divertir as pessoas. Diversão nem sempre envolve risadas e sorrisos. Algumas pessoas se divertem enfrentando um bom desafio mental, juntando as peças de um quebra-cabeça para tentar vencer uma partida. Entretanto, existe um limiar entre o desafiador e o frustrante. É sobre isso que vamos falar hoje.
Lição #33: Dois é o dobro de um
Ok, ok. Você deve ter lido o título e pensado em pular essa postagem. Eu sei que o título enuncia algo óbvio. Entretanto, muitos Game Designers novatos pecam nessa questão. Hoje a postagem será sobre balanceamento e, como você já deve saber, balanceamento é matemática e sentimento. Focaremos na parte matemática.
Lição #32: Evite criar vários jogos em um
Hoje a lição será polêmica. Tem gente que adora aquele jogo com 5 modos de jogo diferente, tem modo família, modo cooperativo, modo times, modo avançado e modo semi-cooperativo. Para mim, na maioria dos casos, isso é um sinal de cilada. E vou tentar lhe convencer a evitar.
Lição #31: Não se preocupe com trapaças
A ideia para esse tópico surgiu de um questionamento do Cássio (leitor aqui do blog) sobre o Celestia e foi ressaltada por um jogo em específico que joguei no Spa dos Jogos. Hoje, vou dar um conselho para você, colega Game Designer: não se preocupe em criar mecânicas/soluções que evitem os jogadores de roubar. Aguarde que vou tentar lhe explicar minhas razões.
Lição #30: Inovar é difícil
O sonho de praticamente todo Game Designer é criar algum jogo inovador, quiçá revolucionário, com uma mecânica inédita. Obviamente, a parte da mecânica é bem complicada, mas algo inovador é mais palpável e factível. Entretanto, está longe de ser fácil. O título da lição de hoje pode até parecer óbvio, mas é mais difícil do que você imagina.
Lição #29: Pratique seu ensino
Um Game Designer tem muitas responsabilidades no processo de criação do seu jogo. Depois que o jogo está bem encaminhado, uma das responsabilidades é ir em eventos. Ir em eventos é ótimo, você conhece bastante gente, testa com desconhecidos e recebe Feedbacks diversificados. Então, fica a pergunta… O que um Game Designer mais fará nos eventos?
Lição #28: Balanceamento = Matemática + Sentimento
“Esse jogo é quebrado” ou “esse jogo é desbalanceado” é uma frase bastante usada entre o pessoal dos jogos de tabuleiro moderno. Muitas vezes, essa afirmação é feita com base em uma única partida. Bom, não vim hoje reclamar dos críticos de plantão, mas vim hoje falar sobre esse assunto delicado, o tal do balanceamento.
Lição #27: Crie um changelog
Pelo visto chegou a hora das lições com nome em inglês. Depois das sell-sheets, agora chegamos aos changelogs. O que é isso? Para que serve? Pois é, eu vou tentar explicar de um jeito simples e prático.
